Web Content Developer

Este blog foi criado com o objetivo de unir todo tipo de informação e material sobre esta nova profissão. Com este blog eu desejo aumentar meus contatos que são especialistas na área, assim como receber dicas, sugestões e críticas, sejam positivas ou construtivas sobre minhas postagens! Sejam muito bem-vindos!
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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

O que faz um analista de mídias sociais?

Todos nós já sabemos que as mídias sociais são uma “realidade bem real” dentro das empresas. Muitas têm usado esse “novo” canal de marketing para potencializar os negócios. Sabe-se, também, que quando o trabalho é bem feito, as mídias sociais podem trazer excelentes resultados para a empresa. Basta olharmos vários cases de sucesso e veremos o potencial das mídias sociais.
É verdade, também, que esses bons resultados não são mágicos, já que existem bons profissionais por trás deles. Trabalhar com mídias sociais é papel do famoso analista de mídias sociais. Apesar de já ser uma profissão bem presente no mercado, ainda existem dúvidas sobre ela, ainda existem empregadores que não sabem como contratar e o que esperar desse profissional. Então, vamos ver o que faz um analista de mídias sociais e quais competências ele precisa ter.

Planejamento  

É papel do analista de mídias sociais cuidar do planejamento estratégico da empresa nas mídias sociais. Ele tem como tarefa inicial entender o planejamento geral da empresa e trazê-lo para o meio digital. É preciso entender tanto do meio online como do meio off-line. Por isso dizemos que um hard user em mídia sociais não necessariamente será um bom analista. Além de entender muito de mídias sociais, marketing em geral, administração e empreendedorismo são fundamentais para o desenvolvimento de um bom planejamento. O analista precisa ser muito estudioso e gostar de ler, afinal, o mundo na web muda todo dia.

Produção de conteúdo

Outra função do analista de mídias sociais é a produção de conteúdo relevante para as diversas mídias sociais que a empresa está presente. Seja no Twitter, Facebook, blog ou qualquer outra, a empresa precisa de um conteúdo atualizado e voltado para seu público-alvo. O analista fica responsável por produzir o melhor conteúdo possível. É preciso ter uma alta capacidade de leitura, crítica, resenha, escrita e criatividade, sem falar no excelente domínio do português. Essa função pode ser feita por uma pessoa especializada, tirando mais essa responsabilidade do analista.

Relacionamento/atendimento

O analista de mídias sociais também cuidará do relacionamento com os usuários interessados. Essa é uma função delicada e demanda um profissional preparado. Atender pessoas nas mídias sociais é complicado, pois todos estão vendo como a empresa se comportará. As competências necessárias são muito parecidas com as de produção de conteúdo. Eu acrescentaria apenas uma noção de atendimento ao cliente e uma dose de bom senso e educação.

Monitoramento/métricas

Também é função do analista de mídias sociais fazer o monitoramento de tudo o que acontece de interessantes para a empresa no meio. No monitoramento incluo tanto as ações da empresa quanto o monitoramento de tendências. É fundamental para a empresa conhecer os resultados de suas ações nas mídias sociais, e o analista tem esse papel de gerar relatórios e apresentar os resultados e retornos sobre investimento (ROI). Ele também precisa estar atrás das tendências e novidades na web. Entender de números, relatórios financeiros e Excel podem ajudar muito nessa função. Depois do monitoramento voltamos ao novo planejamento e o ciclo de trabalho do analista está completo.
Muita coisa? Pois é, o analista de mídias sociais não é um garoto qualquer que tem Twitter e Facebook. É um profissional multidisciplinar e qualificado. É difícil achar um bom analista de mídias sociais e esse profissional merece ser bem remunerado. Dependendo do tamanho da empresa e da sua atuação nas mídias sociais, será preciso de um número maior desses profissionais.

Fonte: http://blogmidia8.com/2012/03/o-que-faz-um-analista-de-midias-sociais.html

terça-feira, 23 de julho de 2013

Como usar as mídias sociais na personificação das empresas

Jul 11, 2013 Publicado Por  Categoria HotPainelRedes SociaisTop Tag  Comments (0)

Estudos e pesquisas não faltam para comprovar que grande parte das empresas já se encontram inseridas dentro das mídias sociais, e muitos acreditam que tentar se manter fora da mesma é um esforço não muito aconselhável. Há quem diga que “a internet é o lugar onde o comércio irá aparecer e que é preciso estar lá”.
A partir daí muitas empresas estão buscando “estar lá” através das ferramentas interativas ou novas tecnologias ou ainda ferramentas da web 2.0, ou seja, por meio das mídias sociais. A competição deixou de ser apenas entre empresas passando a acompanhar os novos desafios do mercado caracterizado pela aproximação das pessoas de diferentes lugares.
Um conceito que deve ser pensado diz respeito à cultura empresarial, visto que a implantação de blog, Twitter, Facebook e outros deve estar em harmonia com os valores e crenças das empresas, pois o que é compartilhado nas redes deve estar de acordo com o que a organização acredita.
A identidade empresarial deve ser analisada com relevância, pois é ela que exprime suas características diferenciais. Ao pensar em como imprimir esta identidade ao seu público as organizações devem considerar quatro fatores:
  1. Comportamento corporativo (relacionamentos comerciais, comunicação institucional);
  2. Cultura organizacional (valores e princípios);
  3. Identidade visual (símbolos e imagens da empresa);
  4. Comunicação corporativa (formas de comunicação com seus públicos).
Ter harmonia entre a estratégia e a cultura empresarial é importante pois dessa forma a organização pode diversificar ou inovar sem perder sua cultura empresarial. É relevante que esses valores sejam projetados por meio das mídias sociais, pois são capazes de criar um estreitamento na relação entre organização e público. É o conhecimento por parte do público desta cultura organizacional que se cria a identificação com a empresa, através da apuração de sua personalidade, e deste modo o cliente passa a se sentir mais intimo.
Sincronizar cultura, identidade e públicos da empresa com as mídias sociais é essencial quando se quer atualizar com essas tecnologias. Ao escolher o Twitter, a empresa deve se organizar para respeitar as características específicas dele: as mensagens devem ser curtas, indicar links, esclarecer dúvidas, divulgar promoções de maneira objetiva e com no máximo 140 caracteres. Mas se a empresa que usar os blogs como meio de comunicação, então ela pode oferecer mais informações sobre seus produtos ou serviços de maneira mais detalhada e criativa. Nele os recursos visuais e de áudio podem ser mais explorados. Há também as redes de relacionamento, como é o caso de um perfil no Facebook que permite a criação de paginas criativas da empresa para divulgar eventos, promoções ou simplesmente ampliar a rede de contatos. É importante que as mídias se encaixem na cultura, identidade e públicos da empresa para que, desse modo, as pessoas sintam a empresa próxima a elas.
No caso do Facebook, por exemplo, que hoje pode ser considerado como uma população mundial, as empresas podem usa-lo como forma de comunicação com clientes que por muitas vezes terão chance de expressar sua opinião sobre produtos, serviços e outros por via da rede social. A empresa por outro lado deve estar sempre atenta a estas colocações dos clientes, procurando sempre respostas claras e rápidas, mas nunca dispensar o contato telefônico quando necessário. Lembre-se sempre que a intenção é criar a rede social como um meio de comunicação, mas não a tenha como o único meio de comunicação.
Este é um guest post enviado por Adriano Luz, que escreve para diversos blogs online onde trata, principalmente, dos temas ganhar dinheiro online e programas de afiliados.

http://blogmidia8.com/2013/07/como-usar-as-midias-sociais-na-personificacao-das-empresas.html

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Webwriting: 10 erros comuns do redator web

Fonte:http://atilavelo.com.br/webwriting-10-erros-comuns-do-redator-web-webwriter/

Webwriting: 10 erros comuns do redator web

Em vez de tentar explicar o essencial, resolvi me aprofundar um pouco mais na rotina do redator web, explorando alguns dos erros mais comuns dos profissionais que escrevem para a Internet.
10 erros comuns de webwriting — o teclado não tem culpa!
Confira, abaixo, dez erros frequentemente cometidos pelos webwriters e sugestões de como evitá-los:
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1. Meio briefing, meio objetivo

Sem um briefing bem preparado, o redator web não saberá direito quais são os objetivos do conteúdo que precisa criar, seja para um cliente ou para ele mesmo. Portanto, é fundamental sempre obter todas as informações necessárias, mesmo que isso atrase um pouco a produção de conteúdo (ou incomode o cliente)!
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2. Tamanho: oito ou oitenta

Tá certo que alguns tópicos exigem mais conteúdo, mas é preciso abusar da criatividade para apresentar um grande volume de informações de forma agradável, estimulante. Você já deve ter lido em algum lugar que os textos para a Internet devem ser concisos, enxutos, sem firulas e sem palavras complexas. Mas isso não significa que os textos para aquele site institucional precisam ter o tamanho de um tuíte! Bom senso e criatividade são os melhores ingredientes para lidar com a extensão do conteúdo. Este post, por exemplo, ficou grande demais…
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3. Sou um redator, esta é a minha função

Poucos profissionais escolhem escrever como carreira; os que escolhem, é porque gostam muito de ler e escrever ou ficaram sem escolha (como alguns jornalistas que prefeririam apresentar um telejornal). Entretanto, só porque você faz um trabalho que poucos se dispõem a fazer, não significa que pode se acomodar! Aprimore seus conhecimentos da Língua Portuguesa (nem os mais famosos gramáticos sabem tudo), busque conhecer áreas relacionadas ao webwriting, como programação, SEO, Marketing, Administração, gestão de mídias sociais, webdesign e mesmo coisas que não pareçam tão ligadas, como Psicologia, Sociologia, cultura organizacional, cultura nerd, cultura inútil… Tudo pode ser útil!
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4. Você também erra

Lembre-se de que você é um ser humano e está suscetível a cometer erros, inclusive grandes gafes. Uma desatenção, um momento de pressa, um descuido na revisão… Reconheça os seus erros, aprenda com eles e entenda que progredir sempre é possível.
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5. Revisar ou postar rapidamente?

Eis um dilema interessante. É preciso muito critério para avaliar se vale a pena correr para publicar (com pouca ou nenhuma revisão) enquanto o assunto é exclusivo (os famosos “furos”) ou se é melhor revisar com atenção e, talvez, perder o timing. Simples erros de digitação podem ser toleráveis, mas informações inconsistentes (por falta de checagem) podem comprometer o redator.
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6. O que importa é o texto. Imagem, pra quê?

Após tanto dedicar-se à produção de um conteúdo sofisticado, aprimorando a persuasão, o potencial de agregar relevância com os buscadores, etc., o webwriter pode acreditar que a sua criação está perfeita, fantástica e absoluta. Porém, não podemos ignorar os benefícios da utilização de imagens complementares! Além do óbvio incremento estético, as imagens ajudam na assimilação do conteúdo, pois reforçam a ideia principal e aliviam o “peso” visual do layout.
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7. Um escritor não vende suas palavras, sua redação

Talvez o maior equívoco de um redator seja conceitual, em vez de prático. Quando um webwriter não compreende o propósito de seu próprio trabalho e acredita que está entregando “textos“, “conteúdos” ou qualquer outra denominação que se dê às palavras selecionadas e organizadas que o sujeito “vende“, então este profissional não compreende o princípio mais essencial de seu ofício. O redator inicia um processo de informação, relacionamento, persuasão e fidelização. Em última instância, o que ele vende são resultados práticos, mensuráveis e duradouros.
explore o mundo (ícone)

8. Escreva sobre o que você gosta ou tem afinidade. Não faça isso!!

Apesar de muitos colegas insistirem na estratégia da “zona de conforto criativa”, eu acredito que buscar trabalhar apenas com temas do seu interesse e em nichos que você está familiarizado causam uma estagnação prejudicial ao desenvolvimento profissional do webwriter. Ouse! Busque temas e assuntos desconhecidos e produza conteúdos como se fosse um expert; escreva sobre o que não te interessa como se fosse um autêntico fã! Esse exercício vai te preparar para as buchas do dia a dia, estimular a sua criatividade e possibilitar muito aprendizado inusitado (que cedo ou tarde acaba sendo valioso).
explique (ícone)

9. Pode ser que você precise escrever um manual também

Você passa horas pesquisando referências e tendências, elabora uma ampla rede semântica, encontra sinônimos, desenvolve um estilo, reescreve, ajusta e revisa várias vezes. Com a sua experiência, sabe que produziu um diamante de texto, impecável. Mas, quando o cliente lê, ele não gosta e pede mudanças que acabam com a sinergia e coesão que você havia meticulosamente planejado. Ou, pior ainda, pede para você produzir um texto novo!
Não adianta ficar indignado, redator. Você sabe os porquês do seu conteúdo e, para que os outros entendam os conceitos por trás da sua criação, muitas vezes será preciso explicar, convencer, engajar o cliente. Quando apresentaram à Embratel aquele “Faz um 21″, podem ter questionado o criativo sobre a conjugação irregular do verbo “fazer”. Como sabemos, a ideia era que a frase soasse natural, com liberdade criativa para violar uma norma culta em prol da eficiência publicitária do coloquial. Enfim, defenda as suas criações embasadas!
apareça! (ícone)

10. Alô? Tem alguém aí?

Por último, tente não cometer o erro vergonhoso que este que vos escreve cometeu: ficar muito tempo sem publicar material novo em canais importantes. Cada caso, com seus diferentes contextos, tem um tempo diferente; de qualquer forma, é muito importante que o seu público saiba que você ainda está vivo e atuante. Sem conteúdo novo, sua relação com o público enfraquece, você perde audiência e relevância no seu meio e com os buscadores. Para crescer, aparecer é preciso!